Porque a arte é um objeto tão fugaz e instável à abordagem racional? Um historiador de arte ateu se depara com a sensação frustrante de que não consegue estabelecer limites precisos e rigorosos para sua análise, e de que seus intrumentos abstratos são sempre mais grosseiros do que seu objeto exigiria. Desse diálogo surge um objeto-sujeito, que explica o sujeito que busca explicá-lo: uma religio artis.

Evento do módulo A volta do sagrado: superando a crise.

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