Ao mesmo tempo em que, nas sociedades ocidentais contemporâneas, instalou-se uma nova figura social do feminino – a mulher-sujeito, a terceira mulher – que instituiu uma ruptura sem precedentes na ‘história das mulheres’, verifica-se – entre elas, principalmente – o aumento expressivo, ‘epidêmico’, de sintomas como a anorexia, bulimia, angústia e depressão. Por que um avanço democrático aplicado à sua condição social e identitária foi acompanhado por uma intensificação de seu mal estar?

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