A liberdade de pensar e de escolher nossos alimentos é uma das poucas coisas que ainda não nos foram tiradas. mas, apesar de sermos livres para decidir o que ingerir, escolhemos comer, cada vez mais, ‘coisas’ sintéticas. dormimos à base de medicamentos. ora tratamos o corpo como máquina feita para “malhar”, ora, extremo oposto, nos esquecemos por completo de movimentá-lo. nosso livre arbítrio nos permite pensamentos múltiplos e suas respectivas escolhas, mas encontramo-nos confusos e realizando escolhas autodestrutivas.

A medicina, cada vez mais desumana e aliada a interesses comerciais, encontra-se bem distante de nossas reais necessidades. informações contraditórias e manipuladas, só contribuem para perdermos o rumo da simplicidade, bem como o senso crítico. que tal menos teoria e um pouco mais de sensatez?

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