A infância  vem sendo construída e desconstruída ao longo dos séculos. No mundo contemporâneo, somos desafiados a pensar sobre  sujeitos  cada vez  menos organizados pela triangulação pai-mãe-criança. Enfocaremos a criança  em sua tarefa de se constituir como sujeito humano  num mundo que a objetaliza  surgindo como ficção e como sintoma do par parental. Nesse enfoque, com todos os recursos que a ciência oferece à medicina, pensaremos algumas questões referentes à fertilização assistida, bem como às patologias do vazio, dando origem mais tarde, a patologias como a drogadição, a anorexia, a bulimia e outras.

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