Aborda as transformações na forma do sofrimento caracterizadas pela impossibilidade de compartilhar e reconhecer narrativamente o mal-estar, por exemplo, soldados que retornam da guerra sem uma história para contar, trabalhadores em silêncio diante da televisão ou sintomas ascendentes, como o mutismo seletivo e a inibição da fala pública. O declínio da capacidade de compartilhar narrativamente experiências de sofrimento sugere que este sujeito pós-traumático está às voltas com a nomeação do mal-estar que lhe aparece como indeterminação e anomia, mas também com a excessiva disponibilidade para reduzir toda forma de sofrimento a sintomas codificados (depressões, pânicos, distúrbios de atenção, etc).

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