Falar de si mesmo lá onde não há mais si mesmo: a arte contemporânea e sua força construtiva, com Vladimir Safatle

Durante as últimas décadas, vimos diagnósticos que afirmavam o esgotamento do potencial crítico da arte. No seu lugar, teríamos uma arte ligada à produção de lamour e de estetização dos domínios mais fetichizados da cultura de massa. Trata‐se de mostrar como os últimos anos viram a recuperação da arte como campo de desenvolvimento da forma crítica.

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By | 2014-04-16T17:13:41+00:00 abril 16th, 2014|Filosofia|0 Comments